A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha.
Como a vida, ela possui altos e baixos.
Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação.


No momento da subida, o início parece ser fácil.
Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.


Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir.
O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso.


As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores,
as rochas pontiagudas desafiando o céu.
Lá em baixo, as casas dos homens tão pequenas…


É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas,
aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas.


Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos
montanha abaixo.

É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar magoados,
feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, prosseguir.
Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a subida.

Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados.
Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar.


Para a subida da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer,
cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.


Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem,
até chegar ao topo da montanha.


Alguém disse:
“- Quem de nós não quer chegar ao alto de sua própria montanha?”

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3 pensamentos sobre “Alguém disse

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