Os Ramalhos já sabem isso!
Eu não percebo nada de bicicletas, sei que têm que ter rodas, guiador, quadro, selim e travões muitos travões. Todos sabem que tenho pânico de descer e que BTT puro nem pensar.

Então o que é que eu estou aqui a fazer?
É o desafio, encanta-me muito o desafio.

Desta vez, a ideia era fazer um treino bom, duro, que desse para simular a subida à Torre na Serra da Estrela. Como não temos nada parecido com a Estrela, a ideia era chegar à Arrábida com 100 km’s nas pernas e subir até lá acima.
O percurso era óbvio, pela nacional 10 até Setúbal continuar até Alcácer ir até à Comporta pela nacional 353 até chegar a Tróia, aí era pegar o ferry para Setúbal e depois subir a Arrábida pela cimenteira.
E assim foi…
A boa notícia foi que cheguei a Alcácer do Sal com uma média de 31 km/h, a má notícia é que nunca mais vou lá, pelo menos pela nacional 10. Acho que faleci 5 vezes e ressuscitei outras tantas.
Aquilo é um perigo!
Antes de arrancar para a nacional 353 ainda deu para provar um pouco da Serra da Estrela.
Até à Comporta as coisas foram tranquilas, poucos carros, subidas curtas mas com pendentes elevados. Rectas a perder de vista, quase que dava vontade de apanhar um táxi.
A 353 é pedalável e muito menos perigosa do que a nacional 10.
Foram 3h 30 m da Quinta do Conde até aos ferrys em Tróia
109.3 km e nem uma câimbra.
No barco já dava para ver a Arrábida…
 o aspecto nublado não era nada convidativo
Custou um bocado pedalar
 a paragem no ferry não foi nada boa
Teve que ser devagarinho até entrar na Arrábida.
A temperatura perto do batalhão começou a descer e um chuvisco intenso a acompanhar.
A subida não foi fácil mas chegar às antenas até não foi o pior…
daí para a frente foi mais difícil
vento e chuva
e o pior tinham acabado as subidas
AGOOORAAAA ERAAA A DEEESCEEEEER
Dos ferrys passando pelo topo da Arrábida até chegar a casa foram mais 32 km e 1h 30m com uma média de 20 km/h
É verdade!
Em relação às bicicletas também gosto que sejam bonitinhas.
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8 pensamentos sobre “Bom treino

  1. Aprendi uma lição importante no teu desafio, nunca devia ter vendido a mota 🙂 com ela acho que conseguia fazer a imensidão dos teus kms.Desafiar nem sempre significa a conquista, mas sim vitoria por tentar.abraço.

  2. Grande MiguelEm relação á imensidão de kilometros não leves isso muito a sério, quando fomos a Lavre levamos 2 Ramalhos que nunca tinham feito mais de 40km's e nesse dia fizeram um pouco mais de 100, como dizes e bem foi uma vitória por tentar.Abraço

  3. gostei deste blog. convidaram me a passar por aqui… já sou seguidor, acho interessante este tipo de iniciativas. se possivel, gostaria muito de te-lo como seguidor no meu blog. umm abraçoas aventuras de um empregado gourmethttp://ohpirussas.blogspot.com/

  4. Eu cá é mais pasteleira pela cidade e mais para fazer os recados.Mas…! outro dia dei uma cambalhota, que nem vos digo nada, era uma daquelas de btt sem guarda lamas? nada. Fui ao pão. o saco prendeu-se na roda da frente?… Aíii vai ela a voar por cima do guiador… e que dor… aínda doi.gostei do seu sitio, mas o endereço que deixou na mariasemfrio??? é do emeil!!!. bjs eugeniaPS, não consegui seguir

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